Preparação para concursos públicos

PREPARAÇÃO PARA OS CONCURSOS

MANUAL DO CANDIDATO

Sou Juiz de Direito aqui no Estado de São Paulo desde 1999. Após longa e difícil prova fui aprovado aos 23 anos no concurso. Faço questão de destacar este dado da idade, porque ele me permite demonstrar algo importante: não se trata de me gabar por isso, não mesmo.

O fato é que se não tivesse seguido a dica de meu orientador à época, possivelmente estaria estudando para as provas de concurso até hoje. Sim, porque assim como muitos de vocês eu também estudava de maneira absolutamente errada para as provas de concursos públicos.

Apenas para reforçar porque você deve confiar no que digo, lhe forneço mais um dado: comecei minha preparação para o concurso no quinto ano da faculdade, para ser mais exato em 05.01.1997.

Naquele ano de 1997 e até outubro de 1998 estudava por doutrinas clássicas (Nelson Hungria, Frederico Marques, por exemplo). Fiz assim até outubro de 1998, ocasião em que não fui aprovado na primeiro fase do primeiro concurso que prestei.

Foi então que, em uma conversa com meu orientador, acabei me dando conta de que meus estudos estavam completamente errados e revi por completo minha preparação.

Faça as contas meu caro padawan e perceberá que naquele outubro de 1998 eu iniciei uma nova forma de preparação que culminou com minha aprovação no concurso da magistratura em Julho de 1999. Menos de um ano depois.

Feitas estas considerações vamos para as orientações.

 

Aceite um fato, decorar é preciso

Eu lamento te dizer meu padawan, lamento mesmo. No entanto, gostaria que você soubesse uma coisa muito importante: nosso sistema de provas é falho e cobra conceitos que exigem pura memorização.

Prazos e alternativas que trocam uma conjunção aditiva “e” por uma alternativa “ou” são questões muito comuns cobradas nas provas. Isso não exige maiores inteligência ou compreensão.

No entanto, a menos que você seja o cara do filme “Uma mente brilhante”, você certamente tem problemas para decorar coisas.  Mas, saiba de uma coisa, eu também tenho sérios problemas para decorar uma série de coisas.

Sempre fui bom com entender a lógica do sistema, mas ruim com decorar prazos e coisas afins. Para superar esta limitação pessoal me vali de dois artifícios: 1) passei a fazer muitos testes e exercícios para me forçar a decorar o que era pedido e 2) passei a revisar toda a matéria a cada 4 meses (depois explico como fiz isso).

 

Afinal de contas, qual o seu objetivo?

Você precisa entender que o seu objetivo é passar no concurso e não fazer bonito para os amigos. Passar no concurso, com o perdão do trocadilho ruim, é como gol no futebol: não importa se feio ou bonito, o que importa é que seja gol.

Digo isso porque notei que muitos candidatos ficam preocupados com classificações tolas. Com aquilo que chamo de “perfumaria” e se esquecem de estudar o óbvio.

Vou lhes dar um exemplo: vi vários alunos quebrando a cabeça e depois se gabando de conhecerem o conceito de “efeito prodrômico da sentença”. Eu vejo isso e me pergunto: será que o candidato realmente acha que isso fará a diferença na aprovação ou reprovação dele?

Conversando com um candidato sobre isso ele me disse: ah, mas é importante, já caiu no concurso X e no concurso Y. Sim, eu lhe respondi, mas você acha que não foi aprovado no concurso por não saber isso ou por não saber todo o resto?

Entendam meus amigos, você não é aprovado no concurso porque não sabe isso. Você não é aprovado no concurso porque não sabe todo o resto que efetivamente cai.

Esta classificação é tão caricata quanto saber o que fazer com os gêmeos Xifópagos caso um deles mate uma pessoa e o outro nada faça. É claro que saber classificações soa bonito para os amigos e para a família, mas não faz passar no concurso. Comprar livros cheios dessas classificações então é ainda mais bonito: decora a prateleira, dá um ar de respeito, dá dinheiro para o autor, mas não faz passar na prova.

Como estudar

Em primeiro lugar, é importante que você entenda que o concurso possui mais de uma fase e a sua preparação deve abarcar todas as fases. Não se iluda achando que você terá tempo entre uma fase e outra.

É evidente que, conforme você avança nas fases, o foco de sua preparação se altera. Conforme você avança da primeira para a segunda fase seu foco se concentra na segunda fase. E assim para a terceira e quantas forem as fases.

Por isso você precisa entender que o seu material é muito, mas muito importante. Talvez seja ele seu melhor amigo nesta hora. É importante, então, que você tenha um caderno o mais completo possível (caderno físico ou virtual, claro). Este caderno será seu grande norte para a preparação. Por isso a importância também de mantê-lo sempre atualizado.

Vamos separar então a sua preparação considerando cada uma das fases.

A primeira fase

Aqui você precisa entender o que é cobrado. Nestas provas normalmente temos testes e está acontecendo um fenômeno complicado: as provas estão cada vez mais longas e o tempo continua cada vez mais o mesmo. Ou seja meus amigos, cada vez mais é exigido alto grau de conhecimento em menor tempo.

Nas provas estaduais, aqui temos que 90% das questões cobram texto puro da lei ou súmulas. Você precisa conhecer a lei de maneira integral. Sim, eu usei um eufemismo para “conhecer a lei de maneira decorada”.

Sugiro, aqui, duas formas de estudo: em primeiro lugar, utilize o curso que você está fazendo e siga o lema “matéria dada matéria estudada”. Se você faz o anual você irá ver a matéria ao longo de um ano. Se faz o semestral irá fazer isso ao longo de seis meses.

Caso já tenha encerrado os cursos, sugiro que divida o edital da sua prova em um cronograma adaptável ao seu tempo de estudo, mas dentro de 4 meses no máximo.

Lembra o que eu disse acima sobre ter o caderno bem feito? Então, aqui ele será fundamental para você.

Normalmente há um questionamento aqui feito pelos alunos: devo estudar uma ou mais matérias por dia?  Na verdade a pergunta não possui resposta correta. Isso é individual.

Eu, pessoalmente, preferia estudar mais de uma matéria por dia. A cada 1 hora e 45 minutos eu parava por 15 minutos e trocava de matéria. Mas veja, isso funcionava para mim, você precisa se conhecer e entender se isso também funcionará para você ou não.

Ah, também todos os dias eu lia um artigo do Código Penal (parte especial) e um artigo da Constituição Federal. Durante o final de semana eu estudava matérias que gostava e fazia simulados em casa (mas apenas durante um período do dia, no restante eu me divertia).

Novamente, não há certo ou errado e o objetivo é fazer o gol.

É importante que você faça a divisão efetiva dentro do calendário. Vou lhe dar uma sugestão de como eu fazia. Mas perceba, trata-se de mera sugestão.

Domingo Segunda Terça Quarta Quinta Sexta Sábado
Simulado Civil – Pessoas

Penal – Lei penal no tempo

Tributário – Constituição do Crédito Tributário

Empresarial – Falência

 

         
Prova ilícita            

Perceba que o que eu fiz na segunda feira você irá fazer ao longo dos quatro meses e com isso irá rever o edital todo. Você deve usar nesse estudo suas anotações do caderno do cursinho e a letra da lei. Vá para livros de doutrina apenas para complementar seus estudos ou caso não tenha entendido algo de suas anotações.

A segunda fase (Fases escritas)

Na segunda fase vai ser considerada sua formação mais profunda e sua capacidade de expressão e comunicação. Por isso você precisa daquele caderno bem feito, porque nele você encontrará boa parte de sua formação mais sólida.

Além disso é importante que você saiba se expressar adequadamente em português. Incrivelmente muitos aqui acham que sabem fazê-lo, mas estão redondamente enganados.

Aqui eu sugiro algo que seu professor do terceiro colegial sugeriu: leia jornais e leia livros não jurídicos. Sei que ler qualquer coisa é bom, mas ler os clássicos é muito melhor. Leia Machado de Assis, leia muito Machado: vale a pena para aprender como os mestres escrevem! Se você não gosta de ler, leia então os contos de Machado de Assis. São curtos e também demonstram toda a técnica do mestre de Matacavalos.

A Fase Oral

Aqui temos uma primeira fase com algumas características diferentes. É importante que você treine a forma das respostas e lembre-se que boa parte das perguntas voltam para a primeira fase.

Então retome firme seu estudo de letra da lei e do caderno. Isso irá ajuda-lo imensamente.

Concursos Federais

No caso de concursos federais vale tudo o que falei acima com um acréscimo em relação aos concursos estaduais: você também precisa ter na ponta da língua os informativos do STF e do STJ.

 

Dicas Finais

Pode acontecer de você fazer tudo isso e não passar de primeira ou até mesmo não passar de segunda. É preciso que entenda que as derrotas fazem parte da vida e se você não está preparado para lidar com elas então saiba que é melhor nem começar a viver.

Além disso, infelizmente observo crescente onda de judicialização dos concursos públicos. Infelizmente esta onda ainda irá durar um tempo até que se chegue ao necessário equilíbrio.

Mas, enquanto essa onda não passar tente se acostumar com a sua possibilidade em seu concurso.

O uso da internet poderá ajuda-lo imensamente nesta fase. Neste blog (www.professormadeira.com; em meu facebook https://www.facebook.com/guilhermemadeiradezem ou no twitter @madeiradez) diariamente compartilho relevantes informações para ajudá-lo na prova.

No entanto, se há uma coisa que aprendi com a internet é que “Hatters gonna Hatte”, ou seja, há muito ódio por aí. Tente saber exatamente os fóruns de discussão em que entra e frequenta e o que vale a pena postar. O ódio que vejo espalhar-se pela internet só irá atrapalha-lo.

No Curso Damásio onde leciono primo por trabalhar de maneira intensa para que você tenha o melhor caderno possível para a sua preparação e também há cursos específicos  para cada uma das fases. Te vejo por lá!

53 comentários em “Preparação para concursos públicos”

  1. muito legal
    a partir desse post comecei a encarar de nova maneira a preparação, dando mais ênfase a aspectos básicos, em especial no penal e processual penal

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    1. Ótimas dicas.
      Obrigada pelos ensinamentos, pois foram válidos na minha aprovação em ínica tentativa na OAB.
      O caderno organizado pode ser um diferencial na aprovação de um concurso. Então gostaria de pedir que dê mais tempo para nós do telepresencial possamos copiar suas anotações por meio da losa eletrônica ( curso de sábado a tarde súmulas e Sentenças) .

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  2. Obrigada pelas dicas, professor! Assisto às suas aulas na TV Justiça pelo YouTube e as adoro. O senhor tem uma excelente didática, elucida, muito bem, pontos importantes que “caem” em concursos públicos e nos exames de ordem.
    Um fraterno abraço.

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  3. Professor, somente uma correção no seu texto, na parte do inglês: “hate” e “hater” tem somente um “t”. Grande abraço, e obrigado pelas valiosas dicas. Certamente serão de grande valia.

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  4. Oi professor, não seguia o Blog- logo, não estou te estalqueando – mas agora começarei a seguir. Obrigada pelas dicas, acho que me falta treinar provas. Farei isso. Adoro suas aulas! Beijão.

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  5. Caro professor, boa noite.
    Já assistia a suas aulas na TV agora tenho o prazer de ser seu aluno no Curso OAB 1ª Fase aos Sábados. Estou deveras animado. Suas dicas e também dos outros professores mudaram substancialmente minha maneira de estudar. A parte do artigo que fala da importância de decorar, eu me apropriei dela. Simplesmente, tem sido surpreendente o resultado!
    Meu muito obrigado.

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  6. Ótimas dicas prof. tenho certeza que será um marco importante em meus estudos, pois irei rever aquilo que tenho errado para obter o êxito tão esperado. Que Deus continue abençoando sua jornada e lhe capacitando cada dia mais e mais. Obrigada

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  7. Boa noite Professor. Sou estudante para o concurso PC em Goiás. Assisto suas aulas pelo YouTube e confesso que elas estão me ajudando muito. Obrigada,

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  8. Este texto é simplesmente lindooo..obrigada, Madeiraaaaa… estou lutando diariamente, com o objeto de passar na Defensoria…sei que vai valer a pena cada dia sentada em biblioteca por tantas e tantas horasss…

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  9. Professor Madeira, obrigada por dividir com seus fãs e eternamente alunos as melhoras dicas para alcançar o sonho que cada um almeja.
    Suas aulas me ajudaram muito na aprovação da OAB!!
    Hoje, sou aluna do Anual Especial no Damásio e todos os dias começo meus estudos lendo o blog professormadeira.com, o que tem me dado um grande incentivo para estudar cada vez mais!
    Obrigada por fazer parte dessa caminhada rumo à aprovação no MP!!

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  10. Prof. Madeira, sou aluno do curso de preparação Damásio em Goiânia. Neste sábado, tive o prazer e a honra de assistir presencialmente a um aula sua. Confeço que é um dos melhores professores que eu tive em toda minha caminhada. Sou advogado, e prestei o concurso para Magistratura Estadual aqui de Goiás. Dos tópicos que abordou na aula, uma questão de ECA e uma de CPP foram abordadas na exposição. Deixo aqui minhas estimas, e quem dera, eu que sou advogado e vivencio a dificuldade que a minha profissão encontra, todos os juízes fossem como o seu pensar e o modo de ver o direito. Ao contrário do que disse, certamente por isso, por não serem assim como você, é que o judiciário brasileiro se encontra como está. Agradeço os ensinamentos que nos passa diaramente, e pelas dicas sempre ótimas.

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  11. Que Deus sempre use pessoas com você como instrumento. O conhecimento nos liberta dos dogmas que faz do homem prisioneiro de si mesmo, e tudo começou quando Eva quebrou os dogmas (paraíso – moralidade imposta pelo “homem”),EVA impôs sua vontade, assim “provou do conhecimento” (simbolizada pela maçã)e internamente provou da LIBERDADE, e a liberdade nada mais é que realizar os nossos sonhos, vontades, desejos e VC professor é a serpente que nos provocar a sair da ignorância. E uma vez “sábio” “iluminado” é impossível voltar a ignorância ou a escuridão. E a resposta para não investirem na Educação…….é manter o “povo” na escuridão…para que os BARRABAS da política invistam, acumulem bens e seguidores, tão SOMENTE do MENSALÃO (alegoria da caverna de Platão).OBRIGADA professor POR FAZER A DIFERENÇA. ILDA Bispo (ibj)

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  12. O nome do professor de matemática do seriado Anos Incríveis era Sr. Collins! E a resposta a primeira pergunta: “eu não ensinaria se não achasse que devem saber” Parabéns pelo blog professor.

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  13. Porra, que legal. Isso é muito motivador e instigante. Essa foi uma palavra amiga que todos deveriam ter em suas mentes. Obrigado por esse texto, Professor Madeira.

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    1. Tbm fiquei com essa dúvida, segundo o edital para o concurso de Juiz é exigido os 3 anos no exercício de atividades jurídicas após a obtenção do grau de bacharel…rs?????????

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  14. Obrigada Professor pelo texto informativo, saiba que isso já resolve a parte mais importante a preparação sem perda de tempo, para que alcancemos as nossas respectivas metas!

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  15. Boa tarde nobre Professor, informo que sou estudante de Direito 8° período (CEUNSP – Salto/SP) e conheci tuas aulas por acidente; logo, a partir deste descobrimento confesso que virei fã das tuas aulas.
    Atualmente pude assistir as aulas de Processo Penal – Procedimentos, a qual é matéria de prova. Assim, quero deixar registrado meu enorme agradecimento pelas aulas e ainda, peço que continue assim, pois, para nós estudantes e amantes do Direito Penal e Processual Penal é de suma importância este aprendizado, muito obrigado Professor (Anderson de Oliveira, cidade de Cerquilho, Estado de São Paulo).

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  16. Professor foi poderia comentar sobre está peça prática do MPEPR 2011:

    os seguintes dados a respeito de um hipotético caso penal:
    Gromélio Ribeiro, Américo Grande, Roberto Tavares e Clotildo da Silva reuniram-se e planejaram praticar um furto em uma residência, para, ao final, dividirem em partes iguais o produto do crime. Seguindo o planejado, Gromélio escolheu uma casa cujos moradores estavam viajando (na Rua Julia dos Santos, nº 30, nesta cidade de Curitiba, residência pertencente a Sandro Rosa) para promover a subtração.
    Ao saírem do bar de Américo para realizarem o assalto, na noite do dia 12 de abril de 2011, o próprio Américo apanhou um revólver calibre .38, sem ser visto pelos demais, exceto por Roberto. Na oportunidade, Roberto, ciente de que Américo é pessoa violenta, disse-lhe que tomasse cuidado com a arma porque ele, Roberto, não queria se envolver com “crimes de sangue”.
    Quando chegaram ao local do crime, Clotildo, hábil com fechaduras, utilizando uma chave falsa logrou abrir a porta principal da residência, permitindo a entrada de todos. Eles começaram a reunir os eletrodomésticos e jóias que estavam na casa, em um saco de estopa, colocado na sala. Em uma certa altura dos fatos, porém, foram surpreendidos por uma pessoa que descia as escadas do andar de cima da casa (Juliano Direito, que tinha sido contratado para dormir ali), o qual, surpreso, gritou: – “pega, ladrão!”.
    Ato contínuo, Américo disparou o revólver que portava, atingindo o joelho de Juliano, esfacelando-lhe os ossos, de modo a impedir que este pudesse mover-se. Com isto, Gromélio, Américo, Roberto e Clotildo, lograram sair do local, levando os objetos subtraídos da casa.
    Mas a necessidade de fuga imediata fez com que eles abordassem, ao sair da casa, um veículo que transitava pela rua em frente, que vinha sendo pilotado por Jorge Velho. Américo apontou a arma para Jorge, que parou o carro. Enquanto isso, os outros três abriram a porta e arrancaram Jorge do carro, empurrando-o para a calçada, expediente através do qual lograram fugir dali, de volta para o Bar de Américo, a fim de dividir o produto da subtração.
    Ao fazê-lo, porém, instaurou-se uma discussão, já que Américo, egoisticamente pretendia ficar com uma parte maior do butim, porque entendeu que se não fosse o seu disparo, eles não logrado êxito na subtração. Neste momento, Roberto reagiu, protestando. Américo, irritado, gritando: – “melhor então é matar um para sobrar mais!”, sacou outra vez o revólver calibre .38 que portava, e deflagrou dois disparos na direção de Roberto, quem, assustado, mas prevendo do desfecho, tratou de esquivar-se rapidamente.
    Um dos disparos atingiu Roberto no braço. O outro, por causa da esquiva, não o atingiu, mas acertou Clotildo, que estava atrás do balcão, fora das vistas do atirador, provocando-lhe a morte.
    Neste instante, os tiros alertaram sobre o exato local em que se encontrava o grupo, que já vinha sendo perseguido pela polícia, em virtude da chamada de Juliano. A polícia ingressou no local, flagrando Américo ainda com a arma que produziu os disparos na mão, sem possuir autorização legal para tanto.

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  17. Caro Professsor Madeira, eu sou fã incondicional da sua metodologia de ensino, e espero após a minha aprovação na OAB, passar a estudar no Complexo Damasio e ser aprovado no concurso público para Delegado de Poícia ou quiçá, outro concurso que englobe area criminal. Sou policial miltar a 17 anos, contudo, quero galgar outro degrau e com o apoio do conhecimento do douto mestre.
    Obrigado.

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  18. Claro, objetivo e compreensível. Obrigado por compartilhar suas experiência e nos ajudar no caminho da aprovação. Sucesso, hoje e sempre!

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  19. Prezado Professor Madeira
    Obrigado por compartilhar conosco da sua experiência.
    Estas sementes lançadas florescerão em solo fértil!

    Sds.

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  20. Professor, a dica sobre Machado de Assis é muito boa, o português dele é sensacional! E eu fico muito feliz quando leio algo que não é sobre direito… é meio que um momento de descanso no meu dia de estudos! Está me fazendo muito bem! Ótima dica!

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  21. Parabéns pelo texto e, principalmente, pelas dicas. Ainda estou prestando a OAB, mas quero dizer que o que o senhor disse sobre a forma de estudo na 1a fase deu certo pra mim. Espero conseguir passar logo na 2a pra poder me dedicar unica e exclusivamente ao concurso que pretendo prestar.

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  22. Professor, obrigada por somar conhecimentos, cada vez mais, úteis e inteligentes com os concurseiros, pois parafraseando o nosso livro sagrado, a Bíblia, “não só de leis, súmulas, jurisprudências viverá o concurseiro, mas de outras leituras que o façam ter um pensamento mais crítico e sensível às realidades vigentes, como é o caso da poesia Machadiana, que eu particularmente amooo!!!
    Logo, continue conosco, pois teu blog disciplina e direciona à nós, concurseiros.

    Abraços.

    DEUS E MARIA ABENÇOEM!!

    FELIZ 20123!!

    Att.,

    Janayna S. Nunes
    Advogada e Concurseira
    Curso CAFS da Unidade Damásio São Luís/MA.

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  23. Ops, esqueci de fechar as aspas do meu comentário, depois da expressão realidades vigentes.
    Logo, retificando: “não só de leis, súmulas, jurisprudências viverá o concurseiro, mas de outras leituras que o façam ter um pensamento mais crítico e sensível às realidades vigentes, como é o caso da poesia Machadiana, que eu particularmente amooo!!!

    Leia-se: “não só de leis, súmulas, jurisprudências viverá o concurseiro, mas de outras leituras que o façam ter um pensamento mais crítico e sensível às realidades vigentes”, como é o caso da poesia Machadiana, que eu particularmente amooo!!!

    Grata.

    Abraços.

    DEUS E MARIA ABENÇOEM!!

    FELIZ 20123!!

    Att.,

    Janayna S. Nunes
    Advogada e Concurseira
    Curso CAFS da Unidade Damásio São Luís/MA.

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  24. Professor
    Vc é simplesmente o máximo! Como diz o Erival: que Deus alongue seus dias de vida. Td o q vc faz é sucesso! Bjos Jhesica Baccari

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  25. Os concursos para magistratura mudaram muito de 1999 para 2013. A começar pelo requisito de 3 anos de atividade jurídica e pela profundidade das provas. A maioria dos alunos formados até 2002 assim que formados passavam no MP e Magistratura sem problemas. A bagagem da faculdade só precisava sofrer alguns ajustes. Hoje o candidato deve ser “especialista” no concurso e não necessariamente em Direito. Acredito mais nos sistema anterior, temos brilhantes magistrados (vide Madeira) e promotores (vide Capez) que passaram nos concursos antes dos 25 anos e logo após o bacharelado. Creio que o rumo que os certames para a Magistratura tem tomado só estão deteriorando a qualidade humanística da classe. Sigam a dica deste grande magistrado!

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  26. Estou iniciando, e as informações foram importante, quando entramos nesta vida, não podemos desistir, pois o sucesso vem, bastar acreditar.

    Parabéns, pela belíssima carreira.

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  27. Posso estar sendo inocente, mas n vejo efetividade no estudo por anotações de caderno e legislação. Pela pouca experiência que tenho, notei que q a melhor forma de decorar texto de lei é ter um bom conhecimento doutrinário prévio.

    Eu, particularmente estou estudando apenas doutrina. Tenho um planejamento a longo prazo: inicialmente farei duas vezes um estudo por doutrina baseado no edital; após, em um segundo momento, vou pro texto de lei e exercícios.

    O que o senhor acha professor? Lembrando que meu foco é concurso para analista judiciário.

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